E no final das contas a casa da gente é a gente mesmo, e nossos portões são nossos braços, e nossos jardins são nossos abraços onde se aconchegam muitos, mas em que muito poucos ficam, no ninho do nosso peito, e no aconchego de nossas casas... E é por isso que aqueles que nos amam de verdade sentem-se desabrigados quando fixamos morada nas terras estrangeiras, dos campos para além deste mundo...
sexta-feira, 16 de julho de 2021
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As Noites do Eremita
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