terça-feira, 31 de março de 2020

Lamento...



Te desenho paisagens
De Amor com as palavras que lês,
Mas não vês

Sangro meus dias
A verter poesia
Que te encante e me revele,
Mas não lês...

Aceno do alto dos meus sonhos,
Escrevo e lanço às nuvens teu nome,
Mas não vens...

Oro, sussurro, evoco e conclamo
Teu Amor nas profundezas de mim...
Sem fim...

Mas não lês, não vês, não vens
E enfim, longe de mim, nem sabes
As flores que abres no meu jardim...

O Tempo

De todas as perdas que eu tive, a saudade do meu pai ainda é a que me dói mais. Fomos pai e filho por muitos anos, mas nos descobrimos amigo...