No meu quarto uma mariposa
veio rondar meu poema,
minúscula andarilha da noite
que vasculha as frestas iluminadas da rua...
Quanta honra concedes
ao meus versos, mas tomara
que não aches a fresta silábica
que conduz aos porões eternos da minha alma
Uma casa com magia há de ter paisagens que se imagina, com logradouros de pura fantasia, e se acender de luz, e vida enquanto o resto da rua...
Nenhum comentário:
Postar um comentário